Este homem [Bolsonaro], eleito democraticamente, veio para trazer de volta valores da ditadura militar para o Brasil do século 21. Wagner Moura
Wagner opinou que a preservação da memória — tópico abordado no filme — é muito importante. Ele criticou a Lei da Anistia, de 1979. “[A lei] basicamente perdoou todos os torturadores, assassinos e pessoas que fizeram coisas desprezíveis para os civis. Isso foi muito ruim para a nossa memória coletiva, porque há coisas que não podem ser esquecidas, há coisas que não podem ser perdoadas”.
Para o artista, o Brasil começa a resolver essa questão com a prisão de quem atentou contra a democracia. “Bolsonaro mesmo está agora na prisão. Espero que isso seja uma nova fase para os jovens brasileiros. Bolsonaro nunca teria existido, politicamente, se não fosse por causa dessa lei que fez as pessoas esquecerem o quão ruim foi a ditadura”.
Fonte UOL
