Em um cenário em que a logística se tornou um dos principais fatores para a competitividade das empresas, cresce a busca por soluções que vão além da...
Fiscalização cidadã como instrumento de fortalecimento da democracia
Rio do Sul (SC) – A defesa da transparência na administração pública e o combate à corrupção têm se consolidado como uma das principais bandeiras de atuação de...
Seleção nacional destaca liderança catarinense
Rio do Sul (SC) – O rio-sulense Lucas Jean (filiado ao partido NOVO) foi selecionado para integrar o programa de formação de lideranças da RenovaBR, uma das principais escolas de formação...
22/07/2026 - 12:14
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CGU e Polícia Federal descobriram fraudes em benefícios concedidos pelo INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.