Jornalista Luís Gustavo Rocha lança “O Eleitor de 2026”, primeiro conteúdo do Anatomia do Caos, projeto que cruza experiência em campanhas e governos com formações em jornalismo,...
Sérgio Zagarino relata que grupos criminosos tentam decidir quais candidatos podem entrar em comunidades e alerta para risco à liberdade eleitoral.
“Isso ultrapassa qualquer disputa entre candidatos.”
O candidato a deputado estadual Sérgio Zagarino afirmou que grupos...
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O texto altera o Código de Processo Civil
O Projeto de Lei 3345/26 permite que o assistente simples, pessoa ou entidade que auxilia uma das partes no processo, apresente recurso de forma independente.
Pela proposta, o assistente...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.