Pela primeira vez, células-tronco derivadas de embriões conseguiram restaurar a produção de insulina em pacientes com diabetes tipo 1, apontam ensaios clínicos recentes. Em um estudo da...
21/05/2026 - 10:56
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Congresso se reúne no Plenário da Câmara
Começou há pouco a reunião do Congresso Nacional para a análise dos dispositivos 4, 5, 23 e 25 do Veto 51/25, referentes à Lei de Diretrizes...
19/05/2026 - 22:57
Thiago Cristino / Câmara dos Deputados
Proposta foi aprovada pelo Plenário da Câmara
O projeto de lei da minirreforma eleitoral aprovado pela Câmara dos Deputados determina a aprovação de contas com ressalvas daquelas cujas...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.
Relatores independentes da ONU* pediram justiça e responsabilização pelas alegações de tráfico de mulheres que emergem dos "arquivos Epstein". O conjunto de documentos...