A inscrição marca um ineditismo por ser a primeira produção do Vaticano a entrar na disputa do Oscar. No entanto, ao contrário do que ocorre na categoria...
Proposta prevê espaços com banheiro, água, micro-ondas, internet, recarga de celular e área de descanso, distribuídos de acordo com a demanda de cada município
O candidato a deputado estadual por São Paulo Sérgio Zagarino, do Republicanos,...
Projeto apresentado pelo candidato a deputado estadual prevê integração de câmeras, leitura de placas e centrais de monitoramento das cidades litorâneas aos sistemas de inteligência do Estado
O candidato a deputado estadual Sérgio Zagarino apresentou a...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.
Esta quarta-feira, o alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk, condenou uma série de restrições impostas pelas autoridades de facto...