10/04/2026 - 16:09
Bruno Spada / Câmara dos Deputados
Érika Kokay quer propor a criação de uma política nacional de meteorologia
Em audiência pública na Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, especialistas defenderam...
10/04/2026 - 17:07
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Tabata Amaral, autora do projeto de lei
O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.
Uma decisão do Comitê Olímpico Internacional, COI, sobre categorias femininas em competições foi elogiada pela relatora especial da ONU sobre Violência contra...
O Alto Comissariado para Direitos Humanos das Nações Unidas emitiu um comunicado expressando choque pelo “assassinato brutal” de um ativista da sociedade...