Mais uma semana começando cheia de lançamentos para conferir nos cinemas e nas plataformas de streaming. A seleção da vez traz filmes de terror e de ação,...
13/05/2026 - 20:45
Divulgação
Deputado Marcos Tavares exerce seu primeiro mandato
O deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) foi eleito nesta quarta-feira, por 15 votos, presidente da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados. O deputado Max Lemos (PDT-RJ),...
12/05/2026 - 20:12
Vinicius Loures / Câmara dos Deputados
A Comissão de Defesa do Consumidor debateu o assunto
Representantes do setor hoteleiro criticaram, em audiência nesta terça-feira (12) na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.
Relatores independentes da ONU* pediram justiça e responsabilização pelas alegações de tráfico de mulheres que emergem dos "arquivos Epstein". O conjunto de documentos...