A Meta teria adotado uma cultura corporativa em que o crescimento, o engajamento e o uso prolongado do Facebook e do Instagram eram a prioridade, deixando a...
Marcel Ávila/Prefeitura de Pelotas-RS
Norma altera o Código Civil, que não estabelece regra específica sobre o tema
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1711/25 que altera...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.