A personalização dos serviços de beleza ganha protagonismo no mercado capilar ao integrar análise técnica, identidade individual e tecnologia, transformando a experiência das clientes e consolidando uma...
10/07/2026 - 12:08
Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Laura Carneiro defendeu mudança feita pela Câmara no projeto do Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que...
Advogado e gestor público esteve presente em reunião da legenda voltada ao alinhamento de estratégias para as eleições de 2026
São Paulo (SP) – O advogado, empresário e gestor público Sérgio Zagarino participou do encontro estadual...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.