Mudança nas Diretrizes Nacionais exige que novas matrículas da EJA Fundamental sejam presenciais. Instituições que mantiverem oferta integralmente a distância sem respaldo jurídico podem enfrentar questionamentos administrativos...
20/07/2026 - 12:33
Kayo Magalhães/Câmara dos deputados
Cleber Verde recomendou a aprovação da proposta, com mudanças no texto original
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga...
17/07/2026 - 16:30
Antônio Cruz/Agência Brasil
O Congresso Nacional analisa a Medida Provisória 1377/26, que abre crédito extraordinário de R$ 13,3 bilhões no Orçamento de 2026, principalmente para projetos de desenvolvimento tecnológico no setor agropecuário.
O conteúdo...
A insatisfação no setor jurídico tem ganhado destaque, especialmente entre os recém-formados em Direito que enfrentam uma dura realidade após anos de dedicação e sacrifício.
Imagine que, em um dia qualquer, todas as varas criminais de dois estados do Sul do Brasil fossem paralisadas porque réus acusados de pedofilia decidiram que não aceitariam os juízes escalados para seus casos. 'São rigorosos demais', alegaram, enquanto seus advogados sugeriam que uma saída possível seria ameaçá-los de morte: 'Ou saem do caso, ou não viverão para julgá-lo.
No mundo digital, o cancelamento online é a nova guilhotina pública. Com um único post, milhares — ou milhões — de pessoas podem se unir para criticar, boicotar ou até destruir a reputação de uma marca ou indivíduo. O cancelamento não avisa, não tem um “manual de instruções” e, muitas vezes, nem oferece uma chance de explicação. Ele é rápido, brutal e pode deixar um rastro de danos irreparáveis.