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POP Move pode ser o próximo unicórnio brasileiro? Empresa já desperta interesse de investidores

Fundada por Henrique Batista e seus sócios, empresa brasileira de mobilidade criou uma força pouco comum no interior, alcançou centenas de cidades e começa a despertar o interesse de fundos, grandes empresas e empresários.

Quando se fala no próximo unicórnio brasileiro, normalmente aparecem fintechs, empresas de inteligência artificial e startups nascidas nos grandes centros. Mas um nome começa a ganhar espaço nessa conversa por um caminho completamente diferente: a POP Move.

A empresa brasileira de tecnologia e mobilidade nasceu apostando justamente onde poucos queriam apostar: o interior do Brasil.

Em poucos anos, a POP Move alcançou centenas de cidades. Fontes públicas da companhia apontam dezenas de milhares de motoristas cadastrados e uma operação que já ultrapassou a marca de 1 milhão de corridas mensais.

Mas os números contam apenas uma parte dessa história.

A POP Move conseguiu criar algo que dinheiro não compra rapidamente

O grande diferencial da empresa pode estar na cultura que conseguiu construir no interior.

A POP Move não simplesmente disponibilizou um aplicativo nas cidades. Foi necessário conquistar passageiros, formar motoristas, estruturar operações locais e fazer com que a população incorporasse o aplicativo à rotina.

Em vários municípios, pedir um POP passou a fazer parte do cotidiano.

E isso cria uma barreira extremamente difícil de copiar.

Tecnologia pode ser desenvolvida. Preços podem ser reduzidos. Promoções podem ser reproduzidas. Cultura, porém, leva anos para ser construída.

É justamente essa capilaridade que começa a transformar a POP Move em um ativo diferente dentro do mercado brasileiro de mobilidade.

O Brasil fora das capitais é gigantesco

O país possui mais de 5.500 municípios. Enquanto gigantes como Uber e 99 construíram enorme força nos grandes centros, existe um Brasil inteiro formado por cidades pequenas e médias.

Individualmente, esses mercados podem parecer pequenos.

Somados, representam dezenas de milhões de brasileiros.

A POP Move percebeu esse espaço cedo e criou um modelo de expansão baseado em presença e gestão local.

Hoje, a própria companhia se apresenta como uma plataforma genuinamente brasileira, com tecnologia própria e forte atuação regional.

E o mercado começou a olhar

Com o crescimento da operação, a POP Move passou a despertar o interesse de fundos, grandes empresas e empresários.

Existem conversas acontecendo nos bastidores, embora nomes, valores e possíveis negociações sejam mantidos em sigilo.

É importante destacar: interesse não significa investimento fechado.

Ainda assim, o movimento ajuda a mostrar uma mudança importante na percepção sobre a empresa.

Quem olha para a POP Move hoje não está necessariamente olhando apenas para um aplicativo de corridas.

Está olhando para uma rede construída em centenas de cidades.

Usuários.

Motoristas.

Tecnologia.

Marca.

Operações locais.

Dados.

Distribuição.

E, principalmente, anos de presença no interior que seriam difíceis de reconstruir rapidamente.

Henrique Batista: dos grandes hits aos grandes negócios

Por trás dessa expansão está Henrique Batista, empresário, fundador e um dos líderes da POP Move ao lado de seus sócios.

Antes de entrar definitivamente no mundo da tecnologia, Henrique construiu sua trajetória no mercado musical como compositor, participando de sucessos nacionais.

Nos últimos anos, passou dos grandes hits para os grandes negócios.

Além da POP Move, seu nome passou a aparecer ligado a novos projetos de tecnologia e investimentos, ampliando sua atuação empresarial.

A trajetória já vem sendo acompanhada por veículos nacionais, enquanto Henrique ganha visibilidade como empresário do setor de tecnologia e mobilidade.

Mas é a POP Move que pode representar seu maior ativo.

A corrida pode ser apenas o começo

Esse talvez seja um dos pontos que mais despertam interesse no modelo de negócio.

Uma plataforma com uma grande base de usuários não precisa necessariamente permanecer restrita à mobilidade.

A mesma distribuição pode abrir portas para alimentação, entregas, serviços financeiros, seguros, publicidade e outros produtos digitais.

Quando isso acontece, a discussão muda.

A pergunta deixa de ser apenas:

“Quanto a POP Move consegue faturar com corridas?”

E passa a ser:

“Quanto pode valer um ecossistema digital com presença em centenas de cidades do interior brasileiro?”

É aí que aparece a tese do unicórnio.

Por que a POP Move pode entrar nessa conversa?

No mercado de tecnologia, unicórnio é uma empresa privada avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão.

A POP Move ainda não atingiu oficialmente esse patamar e, portanto, não pode ser chamada de unicórnio.

Mas uma publicação recente já apontou um valuation estimado em R$ 500 milhões para a companhia.

Existe uma distância importante até US$ 1 bilhão.

Por outro lado, também existe um enorme mercado a conquistar.

Se a POP Move continuar aumentando o número de cidades, corridas, usuários ativos e receita, enquanto transforma sua distribuição em novos produtos e serviços, o valuation pode entrar em outra dimensão.

Por que a POP Move está sendo desejada?

Porque quem quiser construir algo semelhante precisará fazer muito mais do que desenvolver um aplicativo.

Será necessário conquistar cidade por cidade.

Motorista por motorista.

Passageiro por passageiro.

Será preciso criar confiança, operação e marca.

E, principalmente, hábito.

A POP Move passou os últimos anos fazendo justamente isso.

Talvez seja essa a razão de fundos, grandes empresas e empresários começarem a acompanhar de perto seus próximos passos.

A empresa ainda precisa provar que consegue transformar toda essa força regional em escala sustentável, rentabilidade e crescimento nacional.

Mas uma coisa começa a ficar difícil de ignorar:

A POP Move criou no interior brasileiro algo que nenhum cheque consegue reproduzir da noite para o dia.

E, se conseguir transformar essa cultura em uma plataforma cada vez maior, uma pergunta tende a aparecer com mais frequência quando o mercado procurar pelo próximo unicórnio brasileiro:

Será que ele já está sendo construído?

E será que o nome dele é POP Move?

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