Por muito tempo, a embalagem foi vista como um mero invólucro — aquela proteção básica para o produto que estava ali só para cumprir uma função simples: preservar e apresentar. Mas será que essa visão ainda faz sentido na era da inteligência artificial, sustentabilidade e experiência do consumidor? Muito pelo contrário.
O judiciário se presta a resolver as questões que a população vai apresentando à medida que os COMPORTAMENTOS E HÁBITOS se alteram. O costume, aliás, é uma fonte de direito. Por mais que a legislação tente prever o que pode acontecer na sociedade, acaba quase sempre chegando atrasada. Os termas vão para o que se chamava até há algum tempo ir para “as barras dos tribunais” porque, na antiguidade, os julgadores ficavam protegidos por umas barras de madeira.
As chamadas habilidades socioemocionais não são novidades — empatia, comunicação, criatividade e colaboração sempre fizeram parte do convívio em sociedade. O que muda agora é a urgência de desenvolvê-las como diferencial competitivo no mercado de trabalho e como instrumento essencial para uma convivência global mais justa, ética e sustentável.
A taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, desempenha um papel crucial no mercado imobiliário. Quando o Banco Central eleva a Selic, seu impacto direto se reflete nos financiamentos imobiliários, tornando-os...
No Brasil, a advocacia vive um dilema: é proibido fazer propaganda, mas é preciso ganhar visibilidade. Como o profissional do Direito pode se destacar sem infringir o Código de Ética? A resposta está justamente...
A relação entre o espaço e o comportamento humano nunca foi tão discutida como agora. Um dos aspectos mais intrigantes é o impacto da luz artificial na qualidade do sono, um tema que vem...