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Diretor e elenco revelam bastidores de Predador: Terras Selvagens

“Eu lembro de ter visto trechos do segundo filme e de “Alien vs. Predador”, lembra o ator neozelandês. “Mas ‘O Predador: A Caçada’ me pegou de surpresa porque não estava claro que era um filme do Predador”, lembra. “Assim como no filme original, tive a sensação de não saber exatamente o que podia acontecer.” Elle Fanning ecoa o colega de cena: “Como todo mundo, assisti a ‘A Caçada’ durante o lockdown fiquei impressionada porque parecia algo novo”.

Uma explosão de gêneros

“O Predador: A Caçada” – ou “Prey”, seu título original – marcou a entrada do diretor Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”) no mundo da criatura. Lançado em streaming em 2022 ainda sob a sombra da pandemia, trazia uma jovem nativa americana no começo do século 18 enfrentando um predador na Terra. Foi a primeira expansão real da série com o assassino cósmico e um vislumbre que as histórias não precisavam seguir sempre a mesma fórmula. “Prey” fez barulho e o estúdio entregou as chaves do reino para Trachtenbergh.

“O que mais me impressionou no filme original com Arnold Schwarzenegger foi a combinação de gêneros”, continua o diretor. “Ele começa como filme de ação militar, um filme do Arnold, se converte em filme de terror, um slasher, e finalmente termina como ficção científica. Eu era muito novo e fiquei verdadeiramente impressionado”

A ousadia do diretor John McTiernan (que depois faria “Duro de Matar” e “A Caçada ao Outubro Vermelho”) inspirou Trachtenbergh em sua abordagem com a série. “‘O Predador’ nunca foi só um filme de ação, já nasceu muito original”, ressalta. “Eu me inspirei nesse espírito para criar uma nova combinação de gêneros.” Primeiro com a animação “Assassino dos Assassinos”, que aborda uma jornada pela história da humanidade e a interferência dos predadores. E agora com “Terras Selvagens”.

Carranca digital

A virada de chave do novo filme foi fazer do Predador, até então antagonista em sua própria série, reagindo às ações de suas presas humanas, o protagonista da história. Para isso, o personagem teria de ir além de uma máquina de matar. Se o visual da criatura no filme de 1987 surgia do trabalho meticuloso de maquiagem de Stan Winston, a técnica aqui teve de experimentar sua própria evolução.



Fonte UOL

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