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Trump promete divulgar acordo com Irã após G7

O acordo dos Estados Unidos com o Irã foi destaque na conversa que o presidente norte-americano, Donald Trump, teve com jornalistas hoje durante a Cúpula do G7, na França.

Trump disse à imprensa que vai divulgar o texto do memorando do acordo entre os Estados Unidos e o Irã, em uma situação “formal”, em breve. O documento pode ser enviado para o Congresso norte-americano, para revisão. Esse foi um pedido feito por parlamentares republicanos.

Durante o almoço, os líderes do G7 também discutiram a reabertura do Estreito de Ormuz, fechado desde fevereiro. Países convidados para o G7, como o Brasil, participaram depois dessa reunião. Em coletiva, Trump deu mais detalhes sobre a divulgação do acordo.

“Eu gostaria de ter um ambiente formal primeiro antes de fazermos isso. Mas não tenho problema com isso. Mas agora, além disso, o estreito estará aberto livre de pedágio e será livre de pedágio para além dos 60 dias. … Alguém disse: ‘Ah, é livre de pedágio por tempo limitado.’ Não, não, é livre de pedágio e ponto final. Na verdade, eu não apenas o liberarei. Provavelmente farei uma entrevista coletiva e o lerei para vocês palavra por palavra para que a imprensa o cubra com precisão, porque é um documento muito importante”

Isenções sobre o petróleo russo

Segundo a agência Reuters, o presidente Donald Trump declarou que os Estados Unidos podem permitir que as isenções para compra de petróleo russo expirem, diante da possibilidade de um acordo para encerrar a guerra com o Irã. Essas isenções haviam sido concedidas pelo governo norte-americano a alguns países para que pudessem continuar comprando petróleo da Rússia, como forma de amenizar o impacto da alta nos preços da energia — que dispararam em meio ao conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Em relação ao Líbano, Trump disse que considerava o conflito entre o Hezbollah e Israel “uma guerra menor”. Em seguida, sugeriu que o presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, poderia ser o intermediador para intervir no Líbano. Trump criticou a violência dos ataques israelenses.

Em conversa com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, os líderes do G7 concordaram em aumentar a pressão sobre a Rússia, com mais sanções contra a Rússia, incluindo nos setores de energia, bancário e militar. Além de mísseis de defesa aérea para os ucranianos.




Fonte Agência Brasil

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