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A alegria de construir

Existe uma satisfação que dificilmente aparece nos indicadores.

Ela também não costuma ser reconhecida em cerimônias ou premiações.

É a alegria de construir.

Construir uma ideia.

Construir uma equipe.

Construir uma empresa.

Construir algo que, até pouco tempo atrás, existia apenas como possibilidade.

Essa satisfação possui uma característica curiosa.

Ela não depende do resultado.

Depende do processo.

Quem encontra prazer apenas na chegada vive de momentos.

Quem encontra prazer na construção transforma o caminho em fonte permanente de energia.

Essa diferença explica muito sobre a forma como algumas pessoas atravessam desafios.

Há quem enxergue obstáculos.

Há quem enxergue matéria-prima.

Cada problema resolvido amplia repertório.

Cada projeto concluído modifica a forma de enxergar o próximo.

Construir não é apenas produzir algo novo.

É permitir que a própria construção transforme quem a conduz.

O Executivo Nexialista reconhece esse movimento.

Ele não se entusiasma apenas com boas ideias.

Interessa-se pelo processo que as torna possíveis.

Porque compreende que estratégia ganha relevância quando encontra execução.

E execução ganha significado quando constrói algo que permanece.

Existe uma beleza silenciosa nas obras que ninguém vê enquanto estão sendo feitas.

Elas exigem disciplina antes do reconhecimento.

Persistência antes do aplauso.

E, quase sempre, inúmeras revisões antes da primeira versão que parece definitiva.

Toda construção deixa duas marcas.

Uma no mundo.

Outra em quem decidiu construí-la.

É essa segunda marca que costuma durar mais.

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