A busca pelo novo James Bond finalmente parece ter saído do campo dos palpites para entrar na fase que realmente importa: os testes. Amazon MGM e Denis Villeneuve estariam preparando uma rodada de screen tests no início de setembro com seis nomes: Jacob Elordi, Paul Mescal, Harris Dickinson, Callum Turner, Jack Lowden e Jack Barton.
A lista confirma uma coisa que vinha ficando cada vez mais clara: a juventude importa. Depois de Daniel Craig, que se despediu do personagem aos 53 anos, a ideia é encontrar alguém capaz de carregar 007 por muitos anos e, provavelmente, por vários filmes. Por isso, nomes que durante muito tempo dominaram as apostas começam a perder espaço. Aaron Taylor-Johnson, por exemplo, que chegou a parecer quase inevitável em determinado momento, hoje está praticamente fora da conversa.
Entre os seis, há candidatos óbvios. Elordi já é uma estrela internacional; Mescal tem prestígio e uma indicação ao Oscar; Dickinson vem construindo uma carreira cada vez mais interessante; Turner e Lowden há meses aparecem nas listas de favoritos. Mas é justamente o menos conhecido que começa a chamar mais atenção: Jack Barton.
Aos 31 anos, Barton ainda não carrega uma persona muito definida para o grande público. Seus créditos incluem SAS: Rogue Heroes, Heartstopper e uma pequena participação em Pobres Criaturas. E isso pode ser uma vantagem. A busca pelo novo Bond parece estar se afastando da ideia de simplesmente escalar “o ator famoso do momento” para procurar alguém que possa desaparecer dentro do personagem.
Não por acaso, Debbie McWilliams, diretora de casting histórica da franquia, já defendeu que Bond precisa ser uma espécie de “enigma”, alguém que o público ainda não conheça demais. Barton se encaixa exatamente nisso.
Há ainda Jack O’Connell, que continua circulando nos bastidores mesmo sem aparecer na lista dos seis nomes apontados para os testes. E rumores indicam que a disputa real poderia estar mais estreita entre Barton, Lowden e O’Connell ou Turner.
Nada está decidido, claro. Mas depois de anos de apostas, uma coisa começa a parecer bastante clara: o próximo 007 pode ser bem menos óbvio do que imaginávamos, e isso talvez seja exatamente o que Denis Villeneuve esteja procurando.
Fonte UOL
