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Lingerie e autoestima feminina: como a escolha da peça certa impacta a relação da mulher com o próprio corpo


Mudanças no comportamento de consumo apontam para a valorização de conforto, adequação ao cotidiano e experiência personalizada na moda íntima feminina

A forma como as mulheres escolhem lingerie vem mudando de maneira consistente nos últimos anos. Antes associada principalmente à estética ou à sensualidade, a peça íntima passa a ocupar um papel mais amplo na rotina feminina, ligada à sensação de conforto, segurança e bem-estar.

Esse movimento acompanha uma transformação no comportamento de consumo, em que prioridades como autenticidade, praticidade e adequação ao cotidiano ganham espaço em relação a padrões idealizados de beleza. Nesse contexto, cresce a demanda por peças que respeitam diferentes corpos, fases da vida e necessidades individuais.

A tendência também impulsiona marcas que trabalham com curadoria mais próxima da cliente, valorizando escolhas personalizadas e atenção ao detalhe.

É nesse cenário que surge a Afettí, idealizada por Niza, bacharel em Administração de Empresas com mais de 20 anos de experiência em Comércio Exterior. Após uma pausa na carreira para se dedicar à família, ela encontrou na moda íntima um caminho de retomada profissional e reconexão pessoal.

A proposta da marca nasce da observação de que a lingerie influencia diretamente a forma como a mulher se percebe ao longo do dia, interferindo na postura, na autoconfiança e até na disposição.

“Existe uma diferença clara entre vestir algo apenas bonito e usar algo que realmente acolhe. Quando a peça não se ajusta bem, isso acompanha a mulher durante todo o dia. Quando há conforto, a relação com o próprio corpo muda”, afirma Niza.

A Afettí trabalha com uma curadoria voltada ao cotidiano real, considerando biotipo, rotina e preferências individuais, em uma experiência mais próxima e personalizada.

Pesquisas de comportamento de consumo indicam que o mercado de moda íntima acompanha uma transição relevante, com maior valorização do corpo natural e menor adesão a padrões rígidos de estética. A lingerie, nesse contexto, deixa de ser apenas um elemento visual e passa a integrar a construção de autoestima e bem-estar.

Para Niza, essa mudança também reflete uma demanda das consumidoras por soluções mais alinhadas à realidade do dia a dia.

“Não se trata apenas de vestir uma peça, mas de se sentir confortável com ela ao longo da rotina. Esse cuidado impacta diretamente a percepção que a mulher tem de si mesma”, diz.

A marca se insere nesse novo olhar sobre o feminino, em que conforto, identidade e funcionalidade passam a orientar decisões de compra na moda íntima.


Niza é administradora de empresas com mais de 20 anos de atuação em Comércio Exterior. Após uma pausa na carreira para se dedicar à família, criou a Afettí Lingerie, projeto voltado à curadoria de moda íntima com foco em conforto, adequação ao corpo e experiência personalizada para o cotidiano feminino.

Acompanhe: @afetti.lingerie

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