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Busca do Google sofre maior mudança em 25 anos, mas terá o que buscar?

Parece um ajuste menor, mas reflete uma aposta: perguntas estão ficando mais longas e difíceis de encaixar em palavras-chave curtas. Por trás da nova interface está o Gemini 3.5 Flash, agora padrão do Modo IA da Busca em todo o mundo.

O Modo IA completou um ano e já soma mais de um bilhão de usuários mensais, com o volume de consultas mais que dobrando a cada trimestre. O CEO Sundar Pichai resumiu a aposta: quando as pessoas usam IA na busca, elas acabam buscando ainda mais.

A mudança mais estrutural está nos “agentes de informação”. A lógica da busca sempre foi reativa — o usuário pergunta, o sistema responde — e o que o Google apresentou hoje inverte essa dinâmica.

O usuário descreve o que quer acompanhar — um tipo de apartamento, o preço de um produto, novidades sobre um assunto — e o agente assume a tarefa, rastreando a web em segundo plano. A notificação chega quando algo relevante aparece.

Em categorias como reparos domésticos e agendamentos de serviços locais nos EUA, o Google vai poder fazer ligações para estabelecimentos em nome do usuário. A Busca também passa a criar visualizações e interfaces dinâmicas em tempo real a partir das perguntas.

A empresa anunciou a integração do Antigravity, ferramenta de programação assistida por IA, para gerar tabelas, gráficos e simulações. Outra novidade é a criação de “mini apps” temporários para tarefas como planejar uma mudança ou organizar uma rotina de saúde.





Fonte Agência Brasil

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