A Rentrak avalia que a bilheteria doméstica pode chegar a US$ 10 bilhões (R$ 51,3 bilhões) no acumulado do ano. O patamar não é atingido desde 2019, de acordo com Paul Dergarabedian, responsável por tendências de mercado na empresa.
Filmes conduzidos por diretores, e não apenas franquias já estabelecidas, puxaram parte da retomada. A Associated Press aponta que “The Odyssey”, de Christopher Nolan, se aproxima de US$ 1,6 bilhão (R$ 8,2 bilhões) no mundo.
Produções de terror feitas por criadores jovens também superaram expectativas. “Backrooms”, da A24 e dirigido pelo youtuber Kane Parsons, de 21 anos, arrecadou US$ 394,1 milhões (R$ 2 bilhões) no mundo com orçamento de US$ 10 milhões (R$ 51,2 milhões), enquanto “Obsession”, de Curry Barker, de 26 anos, passou de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) globalmente, segundo a AP.
Geração Z e telas grandes ajudam a puxar a retomada
A geração Z foi apontada como peça central para o avanço das bilheterias. Dados da Cinema United, entidade do setor exibidor, mostram que esse público foi ao cinema em média 6,1 vezes em 2025, acima das 4,9 idas do ano anterior.
As telas de grande formato também tiveram papel importante. “The Odyssey” levou a IMAX a um recorde mensal em julho, com US$ 257 milhões (R$ 1,3 bilhão) em vendas globais de ingressos, de acordo com a AP.
Fonte UOL
